Candidato presidencial defendeu a libertação da “tirania” do automóvel através dos transportes públicos eficientes

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Dez

Candidato presidencial defendeu a libertação da “tirania” do automóvel através dos transportes públicos eficientes

Henrique Neto defende que a mobilidade das populações deve ser feita através dos transportes públicos, eficientes e eficazes, de modo a libertar as pessoas da “tirania” do automóvel e dos custos inerentes a esse meio de transporte. Por isso, defende o candidato presidencial, as autarquias das principais cidades do País deveriam localizar grandes estacionamentos para automóveis nas entradas das cidades, a preços acessíveis e perto das estações de comboios e autocarros urbanos.

O candidato presidencial Henrique Neto reuniu hoje com o Presidente do Automóvel Clube de Portugal (ACP), uma das maiores associações nacionais com mais de 300 mil associados. A conversa com Carlos Barbosa centrou-se nas questões da mobilidade e dos problemas da economia do comércio automóvel.

O sector está em profunda crise, principalmente devido ao incumprimento elevadíssimo por parte de quem contrata a compra a prestações. Segundo dados compilados pelo Automóvel Clube de Portugal (ACP), é cada vez maior a percentagem de veículos que acabam por ser devolvidos às marcas por incumprimento dos compradores.

O que o ACP contesta é a elevadíssima taxa fiscal que onera o automóvel, o que agrava as dificuldades na aquisição de veículos por parte das pessoas. Na verdade, poucos sabem que perto de 60% do custo de um carro é para pagar os vários impostos que o Estado cobra.

Também a dificultar a mobilidade, segundo Carlos Barbosa, as tarifas das autoestradas não fazem sentido por serem caras e injustas porque, na verdade, na maioria dos casos, não existem alternativas razoáveis à sua utilização. Por exemplo, segundo o dirigente do ACP, a Estrada Nacional 1 deixou de ser uma via funcional de ligação Porto-Lisboa porque, com a autoestrada, a via deixou de ter condições para esse tipo de tráfego. Nas localidades, existem agora semáforos e rotundas que, com o intuito de regular o trânsito, tornaram a N-1 disfuncional para quem se desloque entre as duas principais cidades do País, a não ser que não se importe de levar seis horas para cumprir esse percurso.

O Automóvel Clube de Portugal não é apenas uma associação de 300 mil condutores de veículos motorizados. O ACP também é uma instituição preocupada e devotada aos problemas de mobilidade da população e às respectivas implicações urbanísticas desse fenómeno.