Henrique Neto visitou o IPO de Lisboa, Hospital oncológico de Lisboa sofre com o cancro do estrangulamento financeiro

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Henrique Neto visitou o IPO de Lisboa, Hospital oncológico de Lisboa sofre com o cancro do estrangulamento financeiro

Depois de quatro anos de fortíssima restrição da despesa pública, política do anterior governo, o Instituto Português de Oncologia desespera por algum desafogo financeiro que lhe possibilite uma gestão eficaz e eficiente na óptica do atendimento ao doente. Neste momento, por exemplo, recrutar um auxiliar de enfermagem obriga a autorização do Ministro da Saúde, sinal de como este hospital se encontra bloqueado.

Este foi o panorama descrito pelo Presidente do IPO, Francisco Ventura Ramos, durante a visita de Henrique Neto à instituição.

Em resposta, o candidato presidencial mostrou-se indignado com esta situação, “tanto mais quando o governo decide com rapidez disponibilizar 3 mil milhões de euros para tapar mais um buraco da gestão de um banco”.

O IPO de Lisboa anda há anos a reclamar a atribuição de 9 milhões de euros para poder prestar melhor atendimento e tratamento às centenas de doentes com cancro que procuram este hospital, verba que os sucessivos governos têm congelado a pretexto da contenção de despesas.

Henrique Neto pergunta “se mudou alguma coisa com este governo”, na esperança de que os actuais governantes passem a olhar para o SNS como um imperativo social. “A saúde e a educação são pilares do desenvolvimento do País”, diz o candidato presidencial.

O Presidente do IPO lembrou os esforços que têm sido desenvolvidos, apesar do estrangulamento financeiro, nomeadamente no que diz respeito ao melhoramento das condições de internamento. Hoje, todos os quartos do hospital têm casa de banho e ar condicionado, apesar da maioria das enfermarias continuar a alojar seis doentes por quarto.

O grande problema do IPO reside nas consultas, já que um doente com cancro, mesmo depois de curado, tem de continuar a ir ao hospital regularmente para exames de controlo. Como todos os anos chegam ao IPO 800 novos casos, as consultas estão a ficar congestionadas. Ainda assim, a primeira consulta tem uma espera de apenas uma semana, mas a espera para uma intervenção cirúrgica ronda os três meses, o que na maioria dos casos é um tempo exagerado face à urgência clínica do caso.

 

Lisboa, 21 de Dezembro de 2015

 

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